Associação de Ground Handling participa da premiação Aeroportos + Brasil 2018 em Brasília

Ricardo Miguel (Abesata), Isaac Ferrarezi (Gol) e Cláudio Borges (Gol).

O Aeroporto de Curitiba foi eleito o melhor do Brasil pela terceira vez consecutiva e a restituição de bagagem (feita pelas empresas de serviços auxiliares) é um dos quesitos importantes avaliados na pesquisa

O Aeroporto Internacional de Curitiba/ São José dos Pinhais – Afonso Pena foi escolhido o melhor do Brasil no prêmio Aeroporto + Brasil 2018. O Aeroporto de Brasília também foi destaque em várias modalidades. A pesquisa feita ao longo do ano de 2017 buscou ouvir a satisfação dos passageiros e foi divulgada nesta terça-feira (04.07) pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

“Ficamos especialmente lisonjeados com a premiação da Gol que, novamente, levou o prêmio de Companhia Aérea com a restituição de bagagem mais eficiente, claramente área 100% gerenciada por empresas especializadas em ground handling”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo).

 O grande diferencial da pesquisa Aeroportos + Brasil é que os resultados são obtidos com quatro rodadas trimestrais de entrevistas com os próprios passageiros de voos domésticos e internacionais. Ao todo mais de 54,5 mil pessoas foram entrevistas ao longo de todo o ano passado para que pudessem avaliar os serviços que utilizam.

 “De nossa parte, as empresas de ground handling que atuam nos aeroportos mais bem avaliados estão de parabéns, muitas delas cuidam de áreas como Raio X, check in, restituição de bagagem, movimentação e limpeza das aeronaves e contribuem diretamente para a experiência positiva do passageiro”, disse Miguel. O presidente da Abesata, que esteve presente na solenidade, destaca que os desafios não param por aí, pois a pesquisa mostra que há muito a ser feito, uma vez que os passageiros com melhor nível de instrução e os viajantes mais frequentes são os que pior avaliam os serviços oferecidos nos aeroportos brasileiros. “O nível de exigência está aumentando o que é natural, mas temos que trabalhar para atender cada vez melhor e surpreender o passageiro”, complementou.

 No Brasil, o percentual em 2016 de serviços em solo realizados por empresas especializadas de serviços auxiliares era de 30%, mas vem crescendo e deve chegar a 50% até 2020. Ao todo, existem hoje 122 ESATAs (empresas especializadas em serviços auxiliares do transporte aéreo) representando uma força de trabalho de 38.000 pessoas diretas.

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