Conexão com o mundo

Há cinco anos, o ground handling brasileiro deixava de ser o antigo “pessoal de rampa” e, através da Abesata, começava a ganhar corpo institucional, representatividade junto à comunidade aeroportuária e, em seguida, assento nos principais fóruns de decisão da aviação brasileira. Agora, passados 5 anos, não se utiliza mais no país a terminologia pejorativa “terceirizados” e se comemora muitas conquistas alcançadas, como a qualidade almejada de um serviço especializado, incluindo uma conexão com o mundo todo através da interface com as demais associações de ground handlinghttp://magazine.groundhandling.com/associations/

Um movimento sem volta que coloca o transporte aéreo brasileiro em sintonia com o que acontece em todo o planeta.

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