Representantes do TST conhecem bastidores do trabalho em solo

Foi importantíssima a inspeção judicial no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, esta semana. Durante um dia e meio, foi possível aos representantes da Justiça do Trabalho visitar a parte restrita de um aeroporto internacional e conhecer como é o trabalho das empresas de serviços auxiliares do transporte aéreo, com cargas aéreas e bagagens, limpando as aeronaves por dentro, realizando a prevenção de atos de terrorismo e manuseando os equipamentos de ground handling.

A visita é parte do processo que envolve as empresas de serviços auxiliares ao transporte aéreo e discute o cumprimento de cotas para pessoas com deficiência (PCD) no setor aeroportuário. A diretoria da Abesata (Associação Brasileiras de Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) acompanhou a visita, assim como representantes do Senai que junto com a entidade ajudam no entendimento dessa questão desde 2016.

“Penso que agora, todos possuem os subsídios necessários para analisar a questão e entender quais são os desafios que rondam o cumprimento de cotas no nosso segmento”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata.

A visita foi liderada por Cláudio Brandão, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, e relator do processo, Luiz José Dezena da Silva, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Mario Luiz Guerreiro, diretor do Departamento de Direitos Trabalhistas da Advocacia Geral da União e Maria Aparecida Gurgel, membro do Ministério Público do Trabalho.

Em paralelo, e também como parte da tentativa de viabilizar a aplicação da legislação pertinente com as restrições impostas pela atividade no aeroporto, uma audiência pública foi convocada pelo Tribunal Superior do Trabalho – TST – para o dia 14 de junho a fim de discutir o assunto.

Adicionar a favoritos link permanente.

Comentários fechados.