No Brasil, VIPs esbarram esbarram em isonomia

Por Mariana Barbosa | Para o Valo, de São Paulo

A lei federal que obriga o serviço público a manter a isonomia impede aeroportos de adotar
canais exclusivos para a prestação de serviços de segurança e imigração. No Brasil, prioridade é exclusividade de idosos, gestantes e portadores de deficiência. Abre-se exceção apenas em grandes eventos, como ocorreu para delegações na Rio+20 ou na Copa do Mundo. “Estamos tentando sensibilizar as autoridades da importância de um serviço especial de imigração, que existe em todo aeroporto de primeira linha”, diz Marcus Vinícius Santarém, presidente interino do Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU Airport). “Não podemos perder essa referência”.

Santarém diz que o assunto não está em discussão no governo, mas que a administração do
aeroporto vem tentando “plantar sementes”. Estamos negociando o ‘fast track’ [fila especial] de imigração para passageiros em conexão e acho que temos chance de avançar”.

“A competição entre empresas aéreas e aeroportos em todo o mundo é muito grande e o
assunto ‘fast track’, importante para atrair o cliente executivo e que viaja bastante”, diz Ian
Gillespie, diretor da Star Alliance no Brasil. “A falta desse tipo de serviço pode fazer com que
um passageiro escolha outra rota ou outro aeroporto”.

 Fonte: VALOR

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