Por Daniel Rittner | De Brasília
A venda de participação acionária da Infraero nos aeroportos privados é uma das alternativas estudadas pelo governo para continuar injetando os recursos necessários nas obras da estatal. Não há nenhuma definição, porém, sobre quanto pode ser vendido em cada terminal e nem quando a operação poderia ocorrer. Nem mesmo se isso seria viável em um, em mais ou em todos os aeroportos. “A alienação de ativos da Infraero é apenas uma possibilidade”, afirma o secretário-executivo da Secretaria de Aviação Civil, Guilherme Ramalho.
A estatal manteve uma fatia de 49% nos cinco aeroportos que detinha e foram concedidos desde 2012: Guarulhos, Viracopos, Brasília, Galeão e Confins. Ela perdeu cerca 54% suas receitas operacionais e tornou-se deficitária, mas continua administrando 60 terminais e atendendo metade dos passageiros do sistema aeroportuário.
De acordo com Ramalho, os estudos têm sido conduzidos com o objetivo de evitar que o país tenha alguns aeroportos modernos, mas outros sem melhorias.
Fonte: | Valor


